> Elisa entre gotas de poesia: Cordel do dia das Bruxas

Cordel do dia das Bruxas








E agora eu vou lhe dizer,
É dia de assombração,
Quando cai neve nos EUA,
Aqui faz um calorão!
No Brasil essa cultura
Não é muito praticada
Mas por aqui muita gente
Acredita em mistérios e
Contos de fadas!
Os homens querem as suas
Princesas em noites
Enluaradas, mas
As moças viram
Vampiras quando
Estão enfeitiçadas!                          
   
                                   



Até aquele velho homem
Acredita em lobisomem
E quando vê uma
Rapariga fica todo emocionado,
Uiva, grita e dá mordidas e
Faz surgir o monstro do lago!
No castelo tem um
Mordomo todo de preto
E engomado, quando
Sorri e mostra os dentes
Parece um ser
Mal assombrado!
Muita gente já tem dito
Que tem visto alma penada,
Doces ou travessuras?
Pergunta a gurizada
Abre a porta uma
Senhora toda
Fantasiada, ela
Dá uma risada
E assusta a molecada!
Todos amedrontados
Correm até o cemitério
Onde está o esqueleto
Daquele estranho
Homem de preto...
O coveiro pega a foice
E segura uma abóbora,
Ela faz uma careta e então
Começa a rir,
Os zumbis saem da tumba
E correm atrás dos guris!
Essa história de terror
Aconteceu aqui no
Nordeste, aqui
Não tem Halloween
Mas tem Saci cabra da peste!
Ele fuma cachimbo
E usa uma toca vermelha,
Com uma perna só,
Corre mais que um coelho,
À noite é mais assustador
Que a loira do banheiro!
Não se esqueça do
31 de Outubro, dia do
Folclore e do grito no
Chuveiro!
Não adianta se esconder
Debaixo dos lençóis,
Ou do travesseiro,
Logo, logo é dia 2 de Novembro,
Do finado joalheiro!





 






 


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