> Elisa entre gotas de poesia: Entre grilos e insetos

Entre grilos e insetos





Estou com sono,
Com insônia,
Entre grilos e insetos,
Preciso de um pouco
De amônia para
Passar nos meus cabelos!
Atualmente, apenas
Vivo entre sonhos e
Pesadelos
Mal acabados!
Meus olhos estão cansados,
Com olheiras,
Um tempo atrás
Eu rezava e fazia
Capoeira,
Hoje estou entre
Fiapos e poeiras
Do meu cobertor
Que me protege com
Amor contra o
Ruído, zumbido,
De tantos mosquitos
Que cantam para
Que eu possa dormir!



Parece uma festa
Noturna,
Entre tantos grilos
E insetos que
Dançam, não param
Quietos e perturbam
Meu sono de beleza!
O que eu posso fazer?
É o mato, é a natureza...
Socorro...!!!
Preciso de um inseticida!
Senão vou virar uma
Suicida, um zumbi,
Uma pessoa morta,
Sem sangue, sem
Vida!
Preciso dormir e
Acordar, deitar,
Rolar e tentar
Sonhar com alguma
Coisa...
Chega de cri cri cri,
Apaga a luz, liga o
Ventilador, que os
Insetos vão sumir!
Mas e essa insônia?
Que não vai
Embora?
Qualquer hora
Viajo para a
Babilônia ou
Peço ajuda
Para aquela velha
Senhora que estuda
Biologia,
Ela faz uma
Magia e os
Insetos param de
Dar cria, se mudam
Para um outro
País, bairro, ou
Continente!
Delírios, coisas da
Mente, vou
Tentar cochilar,
Fazer uma soneca,
Enquanto os grilos
Cantam e as
Crianças brincam
De boneca!
Cri, cri cri...
 



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