> Elisa entre gotas de poesia: Dezembro 2013

Eu brincando de Nietzsche - meus aforismos



      Que linguagem é essa que fala, que narra, que pulsa, que cala, que circula em mim?Que linguagem é essa que vende, que sente, que tenta, que mente, que cutuca em mim?Que linguagem é essa - eu pergunto - que puxa, que traga, que quebra meus vícios, que instaura malefícios e benefícios? Que linguagem é essa, que sabe dos teus valores, que penetra nas veias, que espalha rumores? Que linguagem é essa, que institui mitos, gritos, gestos e ações?Que linguagem é essa, que me lê, ou que eu leio em revistas, propagandas, Internet, jornais e canções? Que linguagem é essa que me busca e que me traz..., que me degusta, me cheira, me toca, me provoca, me intimida, me convida, e me traduz em ritmos, cores, rimas variadas? Será que alguém sabe me dizer, porque essa linguagem é tão qualificada, ou talvez desqualificada? Certa ou errada? Que linguagem é essa que sabe todos os caminhos do meu corpo?